Recentemente, arqueólogos que trabalham próximo ao Mar da Galileia descobriram um objeto cristão de 1.400 anos na antiga cidade de Hippos, também conhecida como Sussita, em Israel. De acordo com pesquisadores, ele oferece novas informações sobre as práticas de batismo primitivas.
Na oportunidade, os estudiosos fizeram um “extremo exame e comparação” e concluíram que “não existiam paralelos conhecidos para o artefato”. O bloco de mármore foi encontrado em um salão batismal chamado fosisterion. A peça foi descoberta no salão batismal para bebês e crianças da catedral de Hipos, construída após 591 d.C. e, posteriormente, destruída por um terremoto em 749 d.C.
Especialistas acreditam que o bloco pode ter contido diferentes óleos usados em uma cerimônia de batismo por imersão tripla, que, normalmente, envolve submergir o batizando em água três vezes.
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Segundo os pesquisadores, o desabamento provocado pelo terremoto parece ter “enterrado os artefatos de mármore e bronze sob os escombros, preservando-os até sua recente descoberta”, disseram ao The Christian Post.
As escavações em Sussita estão em andamento há mais de 20 anos, e esta não é a primeira vez que um projeto dirigido pelo arqueólogo da Universidade de Haifa, Michael Eisenberg, e sua colaboradora, Arleta Kowalewska, resulta no anúncio de uma descoberta que oferece informações sobre o mundo antigo.
Em 2025, arqueólogos anunciaram a descoberta de um raro conjunto de moedas de ouro da era bizantina. Os achados foram em julho passado, no entanto, eles resolveram aguardar até confirmarem que nenhum outro conjunto de moedas semelhantes havia sido encontrado naquela área.
O tesouro de moedas de ouro estava acompanhado de peças de joalheria em ouro, pedras semipreciosas, pérolas e vidro, além de vestígios de uma bolsa. As moedas datam do reinado do Imperador Justino I (518–527 d.C.) ao reinado do Imperador Heráclio (610–613 d.C.).
Redação CPAD News / Com informações The Christian Post