Tocantins Conservador
“Quando ser conservador não dava voto, eu já defendia esses valores. Meu nome é Eli Borges, o senador coragem”
“Não há gigante para um Davi de Deus. Não importa o tamanho da estrutura que esteja do outro lado. Davi não venceu porque era maior ou mais forte; enfrentou o desafio sustentado por sua fé e por aquilo em que acreditava“.
02/10/2026 09h25
Por: Redação Fonte: Ascom
Eli Borges, candidato ao senado

Em uma eleição na qual diferentes candidaturas disputam a identificação com o eleitorado de direita, Eli Borges (Republicanos) decidiu colocar uma pergunta no centro de sua reta final: quem defendia as pautas conservadoras antes de elas alcançarem a dimensão política que possuem hoje? Pastor, ex-vereador de Palmas, ex-deputado estadual e atualmente deputado federal, Eli apresenta sua própria trajetória como argumento. Sua atuação parlamentar registra posicionamentos relacionados à defesa da família, da vida e da liberdade religiosa.

“Hoje muita gente se apresenta como conservadora. Eu respeito a escolha de cada um, mas a minha história fala por mim. Quando ser conservador não dava voto, eu já defendia esses valores. Quando não era moda falar de família, vida e princípios cristãos, eu já estava nessa luta. Não mudei meu discurso para esta eleição. O Tocantins sabe de onde eu vim e aquilo em que sempre acreditei. Meu nome é Eli Borges”, afirma o candidato.

Na reta final, Eli também passou a recorrer a uma das narrativas mais conhecidas da Bíblia para explicar como enxerga os desafios de sua candidatura diante de estruturas eleitorais maiores: Davi e Golias. Para ele, a metáfora representa o contraste entre estrutura e convicção. “Não há gigante para um Davi de Deus. Não importa o tamanho da estrutura que esteja do outro lado. Davi não venceu porque era maior ou mais forte; enfrentou o desafio sustentado por sua fé e por aquilo em que acreditava. É assim que encaro esta caminhada: com coragem, convicção e confiança em Deus”, declara Eli.

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Para o candidato, a disputa pelo Senado também é um momento para o eleitor comparar histórias e posicionamentos. “Minha fé não nasceu na política, minha família não virou importante porque chegou uma eleição e minhas convicções não dependem de pesquisa. Já fui chamado de antigo e ultrapassado por defender aquilo que hoje muitos chamam de conservadorismo. Permaneci com os mesmos princípios. Agora, cada tocantinense pode olhar para a nossa história, conhecer as demais candidaturas e fazer sua própria escolha com consciência. Eu continuo acreditando: em Deus, nós podemos!”, conclui.