O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tomou a decisão de liberar as redes sociais do deputado federal Otoni de Paula, membro do MDB do Rio de Janeiro, que foram censuradas em agosto de 2021.
No entanto, a liberação das contas de Otoni de Paula vem com uma condição rigorosa. O ministro Moraes determinou que o deputado está sujeito a uma multa de R$ 10 mil por dia, caso ele volte a questionar a atuação dos ministros do STF e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A censura contra o deputado evangélico Otoni de Paula ocorreu em meio a uma investigação sobre seu suposto envolvimento na organização e incitação de atos violentos contra as instituições, bem como por incentivar seus seguidores a participarem de manifestações que ocorreram em 7 de setembro daquele ano.
Na época em que as contas do deputado foram censuradas, as redes sociais afetadas incluíam o Facebook, Instagram, Twitter e YouTube. Além disso, Otoni de Paula também enfrentou processos legais e foi condenado a pagar uma indenização ao ministro Alexandre de Moraes devido às críticas feitas por ele ao magistrado.
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