O prefeito de Maricá (RJ), Fabiano Horta contratou sem licitação empresa ligada ao empresário Fernando Trabach para coleta do lixo no município,com objetivo de lavar dinheiro para manter a prefeitura sob o comando do partido dos trabalhadores na eleição de 2024.
A reportagem do Hora Brasília mostrou com exclusividade que existe uma disputa interna dentro do Partido dos Trabalhadores, na região metropolitana do Rio de Janeiro, entre o deputado Quaquá e o secretário João Maurício. Ambos querem disputar a eleição em 2024 sob o patrocínio do grupo de Fernando Trabach, empresário do ramo do lixo, preso por atos de corrupção, lavagem de dinheiro, fraude em licitação e pagamento de propina a agentes públicos.
O grupo de Trabach controla os agentes públicos da cidade mediante ao pagamento de propina há dez anos. Após o Ministério Público descobrir o esquema, Fernando Traback assinou um termo, sob segredo de justiça, que o nosso núcleo de jornalismo investigativo obteve acesso, se comprometendo a não ter mais contatos com agentes públicos, sobretudo no município de Maricá-RJ, aonde ele reconheceu crime de financiamento de campanha política para favorecimento em licitações.
Esse acordo foi firmado ainda em 2019. Como ele está em Maricá desde 2013, a permanência de seu grupo no município governado pelo PT é um flagrante descumprimento do acordo com o MP e revela um deboche dos governantes da cidade com a Procuradoria de Defesa do Patrimônio Público do estado do Rio de janeiro, perpetuando-se no munícipio de forma criminosa, imoral e ilegal atuando como uma verdadeira organização criminosa detentora da chave dos cofres públicos da cidade.
O Ministério Público acredita que o grupo de Trabach deu um rombo de R$ 500 milhões aos cofres públicos utilizando empresas laranjas para alimentar um propinoduto, de um crime em curso, enraizado no município de Maricá, que por incompetência, imperícia ou condescendência com atos de corrupção ignoram as leis vigentes no Brasil sobre licitação e insistem em manter o contrato com as empresas ligadas à Trabach, que se tornaram verdadeira organização criminosa, que se não for expurgada, pode levar os agentes públicos que estão no poder ou pretendem acender a ele, direto para a cadeia.
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