Após ter afirmado que era contra o aborto durante campanha, mesmo com vídeos onde se dizia favorável anteriormente, o petista Luiz Inácio Lula da Silva decidiu nesta terça-feira (17) retirar o Brasil de um acordo internacional de países conservadores contra o aborto.
Nomeado como Declaração do Consenso de Genebra sobre Saúde da Mulher e Fortalecimento da Mulher, o documento também apoia o “papel da família” baseada em casais heterossexuais.
A decisão marca mais um passo da luta do novo governo contra ideais conservadores da maioria da população brasileira.
Apenas um dia antes, o Ministério da Saúde havia revogado uma norma que dificultava o acesso da mulher grávida ao aborto legal.
Segundo o texto da Declaração de Genebra, assinada por Bolsonaro em outubro de 2020, “não há direito internacional ao aborto nem qualquer obrigação internacional por parte dos Estados de financiar ou facilitar o aborto”.
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