Foi preso na manhã desta quarta-feira (22) o marido suspeito de matar a esposa Priscila Lopes Ferreira, de 32 anos. O crime aconteceu na madrugada do dia 11 de março no Aureny III, na região sul de Palmas. Segundo a Polícia Civil, a suspeita é de que o assassinato tenha acontecido por causa de uma suposta traição.
Priscila Lopes foi morta a facadas na própria cama. O crime teria sido presenciado pelos filhos pequenos do casal. O g1 não conseguiu nenhum contato de advogado ou representante do homem até a publicação desta reportagem.
No dia da morte o marido deixou os filhos na casa de um parente, onde teria confessado o crime e fugiu. Ele se apresentou à polícia dias depois, mas acabou sendo liberado porque não estava mais em situação de flagrante.
A prisão ocorreu depois que um mandado de prisão preventiva foi expedido pela Justiça. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que a equipe da Delegacia de Homicídios foi até os endereços do homem, mas ele não foi encontrado.
Depois entraram em contato com o advogado, que levou o homem até delegacia, onde recebeu voz de prisão. Após a prisão ele foi levado para Unidade Penal Regional de Palmas (UPRP).
Motivação
O crime teria acontecido por uma suspeita de traição por parte da mulher. Segundo a SSP, Priscilla Ferreira Lopes foi encontrada morta em casa pelo sobrinho, que ajudava a cuidar dos filhos dela. No dia do crime, o sobrinho chegou até a casa dela para buscar as crianças, mas foi impedido de entrar pelo marido de Priscila.
O próprio marido pegou as crianças e as deixou na casa do sobrinho. Depois a mulher do sobrinho relatou que uma das crianças, de apenas três anos, disse que o pai havia matado a mãe.
Após se apresentar à delegacia, o marido afirmou que encontrou uma mensagem no celular da esposa em que ela confirmava para um amigo a traição. A veracidade da mensagem está sendo apurada pela polícia.
Entenda
Priscila Lopes foi morta a facadas na própria cama. No dia do crime, testemunhas contaram à Polícia Militar que o marido deixou os filhos pequenos na casa de um parente.
"De lá ele foi para a casa da irmã, deixou a chave da casa e disse que tinha esfaqueado a esposa", contou o capitão Santana, da PM, no dia do crime.
A perícia esteve no local e informou à reportagem da TV Anhanguera que a mulher foi assassinada com sete ou oito facadas. Ela tinha marcas pelo corpo que indicavam a tentativa de defesa.
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