A coleção de Bíblias do Davis School District, na cidade americana de Salt Lake City, em Utah, foi arquivada para impedir que os alunos tenham acesso a essas publicações até que eles ingressem no ensino médio.
Após receber uma petição para banir a Bíblia de suas bibliotecas de ensino fundamental e médio, o distrito decidiu remover o livro sagrado devido às suas descrições de sexo e violência.
A proibição da Bíblia das bibliotecas não é um caso isolado em Utah. Outros livros foram removidos depois que uma lei estadual de 2022 passou a exigir que as escolas considerassem a opinião dos pais sobre os livros apropriados para a idade.
Nessa linha, o próximo livro religioso a ser avaliado no distrito será o Livro de Mórmon, que é considerado um texto sagrado da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.
‘Dominada pelo sexo’
Em 11 de dezembro, o distrito escolar foi alvo de uma petição apresentada por um pai, solicitando a remoção da Bíblia das escolas devido à sua percepção de que o livro estava "dominado pelo sexo".
A petição do pai, na qual ele solicitou uma revisão da Bíblia, foi apresentada em março de 2022, com seu nome e endereço mantidos em sigilo.
Segundo a Fox News, na petição, o pai anônimo parece ter feito zombarias em relação à Utah Parents United, uma coalizão conservadora de pais que buscava remover livros com conteúdo sexualmente inadequado das bibliotecas escolares.
Reclamações
Nos primeiros cinco meses após a lei entrar em vigor, os pais apresentaram mais de 250 reclamações solicitando a remoção de determinados livros das escolas.
"Utah Parents United deixou de lado um dos livros mais cheios de sexo: a Bíblia. Você sem dúvida descobrirá que a Bíblia 'não tem valores sérios para menores' porque é pornográfica de acordo com nossa nova definição", dizia a petição.
Esta reclamação seguiu após a aprovação da lei de "Materiais Sensíveis nas Escolas" de Utah, promulgada em maio, que "proíbe certos materiais instrutivos sensíveis" se contiverem "excitação sexual explícita, estimulação, masturbação, relação sexual, sodomia ou carícias".
"Tire essa pornografia de nossas escolas", escreveu o pai junto com uma lista de oito páginas de passagens bíblicas "ofensivas". "Se os livros que foram banidos até agora são alguma indicação de ofensas muito menores, isso deveria ser um slam dunk [jogada com maestria]."
O distrito escolar Davis, que tem mais de 72.000 alunos em todas as séries, não justificou a proibição da Bíblia, nem citou quais versículos foram o fator decisivo para sua remoção.
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