O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou a “pressa” do Supremo Tribunal Federal (STF) em julgar o inquérito sobre a tentativa de golpe de Estado, minutos antes de se tornar réu ao lado de outras sete pessoas. A 1ª Turma do STF aceitou a denúncia contra o ex-presidente e seus aliados, dando início a uma ação penal.
Em sua conta no X (antigo Twitter), Bolsonaro classificou a celeridade do julgamento como um “atentado jurídico à democracia”, alegando que o objetivo seria impedi-lo de concorrer nas próximas eleições. “Se realmente acreditassem na democracia que dizem defender, me enfrentariam no voto, não no tapetão”, declarou o ex-presidente.
A decisão do STF, que tornou Bolsonaro e seus aliados réus, gerou repercussão entre governistas e oposição. O julgamento, que teve início na terça-feira (25) com a fase preliminar, avançou rapidamente para a aceitação da denúncia.
Eis a íntegra da declaração de Bolsonaro:
Estão com pressa. Muita pressa. O processo contra mim avança a uma velocidade 14 vezes maior que o do Mensalão e pelo menos 10 vezes mais rápida que o de Lula na Lava Jato. O motivo? Nem tentam mais esconder. A própria imprensa noticia, abertamente e sem rodeios, que a motivação não é jurídica, mas política. O tribunal tenta evitar que eu seja julgado em 2026, pois querem impedir que eu chegue livre às eleições, sabendo que, numa disputa justa, não há candidato capaz de me vencer.
A julgar pelo que lemos na imprensa, estamos diante de um julgamento com data, alvo e resultado definidos de antemão. Algo que parece mais um teatro processual disfarçado de Justiça – não um processo penal, mas um projeto de poder que visa interferir na dinâmica política e eleitoral do país.
Todos dizem que o processo se encerrará até o final de 2025, mesmo sem precedentes para tamanha celeridade em um caso dessa dimensão. E por quê? Porque todos sabem que o que está em curso é, na verdade, uma espécie de atentado jurídico à democracia: um julgamento político, conduzido de forma parcial, enviesada e abertamente injusta, por um relator completamente comprometido e suspeito, cujo objetivo é se vingar, me prendendo e me retirando das urnas. Todos sabem que, com meu nome na disputa, minha vitória e a conquista da maioria no Senado são resultados inescapáveis. Simples assim.
A ironia é que, quanto mais atropelam regras, prazos e garantias para tentar me eliminar, mais escancarado fica o medo que eles têm das urnas e da vontade do povo. Se realmente acreditassem na democracia que dizem defender, me enfrentariam no voto, não no tapetão.
Mas não pensem que o mundo não está atento. A comunidade internacional acompanha de perto o que está acontecendo no Brasil. Juristas, diplomatas e lideranças políticas já reconhecem o padrão: é o mesmo roteiro que se viu na Nicarágua e na Venezuela. Perseguição seletiva, acusações vagas de “extremismo” ou de “ameaça à democracia” e a tentativa de eliminar a oposição por via judicial.
Menos impostos Filipe Martins assina PEC que limita IPVA a 1% do valor do veículo
Governadoria Liderança do Bico do Papagaio, Elson Ribeiro, assume Chefia de Gabinete da Governadoria
Infraestrutura Vereador Folha solicita recapeamento asfáltico em importantes avenidas da região Norte de Palmas
Anistia já! Fidelidade: Filipe Martins é a única voz da bancada federal do Tocantins presente na caminhada “Acorda Brasil”
Impeachment Filipe Martins assina pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes por suposto favorecimento ao Banco Master
Proteção ao Culto Comissão de Constituição e Justiça aprova aumento da pena pelo crime de ultraje a culto Mín. 21° Máx. 31°
Mín. 21° Máx. 31°
ChuvaMín. 22° Máx. 32°
Chuvas esparsas